A MORTE DO PENSAMENTO

Venho desenvolvendo, há alguns anos, a teoria da Morte do Pensamento.

Não se trata de uma teoria epistemológica, embora passe por este campo. Trata-se, sim, de uma sensação de “morte do pensamento” quando, afinal, se percebe que toda a vida é um ato de má-fé e autoengano, e que nenhuma forma de pensamento humano é capaz de solucionar a angústia humana que nos constitui.

Toda forma de pensamento humano (filosofia, sociologia, religião, educação…) são meros lenitivos, mas também parasitas do próprio pensamento numa consciência angustiada pela dúvida. Assim, o pensamento é como um parasita que se alimenta de suas próprias fezes, de seus erros e incapacidades, que se nutre de sua podridão. Quando se toma ciência de que em vão se busca a solução do problema da consciência, tem-se, finalmente, a sensação de “Morte do Pensamento”.

Faço-lhe o convite de que leias o texto inicial, repleto de falhas e em desenvolvimento.

A morte do pensamento – o pensamento como um parasíta de si mesmo.

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  1. Comecei a leitura, este blog tem bastante coisa boa, irei lendo aos poucos.

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